segunda-feira, 20 de agosto de 2012

De mim para Doodoo


Do fim se inicia a vida.
Vamos navegar nesse mar de ilusão.
'nada nos impede, 
tudo já ajuda' -
há distância que vem e vão.

'Flutuando' como tu dissestes agora a pouco,
vamos tirar os pés do chão. 
Rema e aponta para a fé 
que de surpresa está chegando
e ainda não contatou meu coração.

Voz de timbre grave e forte, 
deve ter pegada, pensei.
até o respirar é profundo, 
me aconcheguei,
relaxei,
fui da terra ao céu em um segundo.

Se na quinta comemorava a chegada da sexta,
vamos, hoje, comemorar a chegada do sábado;
e, no sábado, a chegada do domingo,
adiante assim,
chegando e partindo.

Rapidez sincera é agradar 
- se quiser até te carrego,
te livro deste mal que atormenta;
livro nenhum explica o que não te nego,
livro nenhum explica o que não se inventa.

Nem ombro largo aguenta tanto peso
: esvaziei a mochila que nas costas arqueavam.
Guardemos alguns objetos, joguemos fora, 
deixemos de lado -
: nos aguardávamos e por conta te guardo agora.

Deixa o tempo passar e ver o que acontece. 
Vai ver é educação, simpatia, carência;
vai ver é solidão, falta do sentir,
apenas abstinência.

Que dure o pôr do sol ou todas as estações.
Mensagens por telepatia;
por fone de ouvido:
ligações
- conversas todos os dias.

3 comentários:

  1. Ainnn... (Re) voltante mesmo! Odeio finais infelizes... :( Hehehehe...

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  2. Na verdade, tem toda uma história por traz desse escrito. eu tinha conhecido um cara de Belém pelo Badoo e o nome dele era/é Edu. Parecia a coisa mais surreal do mundo! sem noção, o cara é/era completamente lindo, super filósofo, inteligente...
    o final era pra ser esperançoso,
    mas realmente, foi infeliz.
    que droga! :(

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Devassos palpitando!