quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Em fuga!
Nada me aterroriza mais que o sentimento de dependência! 'Eu tenho um medo danado de te perder ' Ora! Eu tenho medo de me perder!
Sou uma claustrofóbica
sentimental – morro de medo de estar/ficar confinada. Entenda que o caso não
estar com 1 único ser! A aflição é pela etapa da relação que te acorrenta, te
amarra e te despe! Sim por que o papo de : ‘sermos um só’, é metafórico!
O problema é que você adquire um ‘status’
e junto com ele vem um penduricalho, sabe, um chaveiro que sempre está junto. Então
você não pode mais ir ao cinema com uma amiga, ir ao salão de beleza sozinha, academia
– só se for no mesmo horário, supermercado – eu levo você! Pensar em ir a um
barzinho com amigas então – passivo de pena de morte! O lance das redes sociais
merece um post diferente, porque rende...
É dessa parte que eu fujo! É essa
minha fobia!
Pergunte porque ele se apaixonou:
– você é linda, INDEPENDENTE, inteligente. Ou seja, você é o conjunto de tudo o
que fazia antes de se relacionar! Foi e, em tese, deve continuar sendo.
Agora só porque começou um
relacionamento você precisa mudar a rotina? Isso nos remete a que século mesmo?
Ok, algumas coisas se alteram, é a ordem natural das coisas e seres, mas você continua
sendo uma pessoa que necessita dos mesmos cuidados, que trabalha, que estuda,
que tem amigos...
Na ânsia de preencher, de
completar, de estar ali, se fazer presente, você acaba sufocando o outro. Amofina os
sentimentos e torna tudo cansativo. E fazemos isso sem perceber, no início
queremos tudo e todo ao mesmo tempo, nos doamos demais, e assim perdemos as rédeas.
Até o dia em que decididamente
você ser torna um chato, um estranho, um ser de outro mundo...
E pense que me apaixono, me
apaixono sim, amo, amo sim! De preferência caras independentes que aceitam
nossas meninices, nossos programas de amigas, nossas noite de introspeção, e
estão por perto sem estar do colados. Que te levam flores, agradam e mimam,
mesmo ali do outro lado da rua, noutra cidade, noutro extremo, noutro canto mas
‘na sua’. São os mesmos que se cuidam, curtem o futebol do fim de semana, que e
se amam, que se aprontam não apenas pra você, se aprontam pra vida!
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