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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Porque!?




Nunca fui conhecida por ser escandalosa, não! Mas já fiquei zangada, berrei, fiz cena, quebrei copo, joguei celular do 10° andar e mandei ir pra bem longe no meio de um restaurante lotado... Já desci do carro no meio da rua batendo a porta, já desci da moto tbém... Já bati o telefone e deixei que ele tocasse 25 vezes seguidas... 

Todos nós temos já chegamos a algum extremo, já brigamos e perdemos a razão... Seja lá qual tenha sido o motivo. Ou mesmo que o piti tenha sido sem motivo!

Dae que fiquei pensando outro dia quando fui ‘socorrer’ uma pessoa que havia sido vítima (em termos) de uma situação dessas. A criatura resmungava, se defendia...e eu escutava! As vezes eu consigo ficar mais de 5 minutos calada...

Sorriu e disse – Porque vocês não podem ser razoáveis, só por uns minutos? - soluçou duas vezes e suspirou – Ela só precisava me ouvir um pouquinho, ser serena, me tratar de maneira mais branda...

Não resisti – nem foi meu instinto de devassidão – foi uma vontade imensa de amparar aquele coração. De abraçar e fazer um carinho, tentei argumentar que cada um reage a sua maneira.

O fato é que muitas vezes acabamos afastando as pessoas por conta da falta de flexibilidade, por que nosso café é mais amargo que o dos outros, porque nosso tempo é mais precioso. Porque nossos porquês são mais embasados...

E perdemos, gente! Perdemos as pessoas por que não sabemos lidar com elas... Imagine a fragilidade de um coração – mesmo aquele que já está esturricado de tanta decepção – quem agüenta isso? Que sentimento suporta? 


Não se conquista formiga com sal!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A mulher está sempre certa!,mas...nem sempre é lógica


Quando são novas preferem os mais velhos, quando são “maduras” preferem os verdinhos, quando estão sós, preferem a depressão.
Não entendo como um ser que detém o poder de trazer vida a este mundo, pode se sentir tão frágil à custa de atitudes alheias. É com se fosse de um extremo a outro em questão de segundos.
Tão ou mais rápido que uma Ferrari, a mulher parte do estado de graça para uma desilusão profunda após o rompimento de um relacionamento.
Com destreza, ela cria mecanismos de defesa a futuros relacionamentos, embutindo-os em sua cabecinha, que apesar de ter menos neurônios que o seu sexo oposto, faz mais uso deles.
Talvez por confiar nessa funcionalidade nata, ela teça, de forma sublime, uma rede de justificativas para o desfecho de uma relação que estava na cara que não daria certo.
A mulher pode ser mais concentrada que o homem, menos, bem menos impulsiva que nós, mas não é nada racional no que se refere a sentimentos. E em se tratando de ‘emocional’ o conceito da mulher parece ser outro; é como se a palavra emoção significasse ‘fantasia’ para a mulher. E é isso que a impede de demolir a edificação velha alicerçada pelo antigo relacionamento e partir para a nova conquista.
A mulher se preserva de forma inimitável pelo homem. Faz isso tão bem que se cobra moralmente por si e pelos outros, até que em alguns casos, algumas (a minoria graças a Deus) resolvem chutar o balde e agir como homens, que na cabeça delas tem uma pedra onde deveria haver um coração. Essas sempre se dão mal.
Voltando ao assunto, a mulher é o aprimoramento do ser humano; não porque somente a espécie dela devesse existir, mas por ser a metade do ser perfeito; não pelo homem ser perfeito, não se assustem meninas, o homem também é metade desse ser. O engraçado é que toda mulher que já encontrou sua felicidade já se deu conta disso... o ser perfeito criado por Deus é a união dessas duas metades, afinal, somente estando completo esse SER é capaz de trazer vida a este mundo.
Agora que já sabem, sigam em busca da felicidade, transformando-se em um SER perfeito.

(Estreando: Marlisson de Castro - Sucesso!)