quinta-feira, 22 de novembro de 2012

AMOR E DIÁLOGO





O casal acordou naquela manhã, sentindo uma emoção diferente. Estavam completando cinquenta anos de matrimônio.
Haviam envelhecido juntos. Inúmeras lembranças se somavam em suas mentes.

Os primeiros momentos do namoro, os primeiros anos de vida a dois, os filhos, as dificuldades, os acertos e desacertos, os netos.


Os pensamentos surgiam-lhes na mente como uma avalanche e, dessa forma, tudo parecia ter começado ontem.

Os dois se sentaram à mesa para o café. Ela tomou a fatia de pão e passou a manteiga. Ia colocar no seu prato, quando resolveu diferente.

Durante cinquenta anos, todas as manhãs, dei a ele o miolo do pão, a parte macia, mais gostosa. - Ela pensou.

Eu sempre quis comer a melhor parte. Mas porque amo meu marido, sempre dei a ele o miolo do pão. Hoje vou satisfazer o meu desejo. Vou me dar um presente.

Então, estendeu para o marido a casca do pão. Para sua surpresa, ele a apanhou, sorriu e falou com entusiasmo:

Obrigado por este presente. Durante todos esses anos, sempre quis comer a casca do pão. No entanto, como você gostava tanto, eu nunca tive coragem de pedir a você.

Num primeiro momento, o que sobressai do episódio narrado é o grande amor que unia aquele casal. Um amor que sempre soube abrir mão de algo que gostava muito, em favor do outro.
Contudo, se examinarmos bem o fato, vamos descobrir que, embora o amor recíproco que sentiam, o diálogo andava bem distante.

Imagine. Viver cinquenta anos ao lado de uma criatura, sofrer, penar, alegrar-se, fazer tantas escolhas e, no entanto, não conversar das coisas simples do cotidiano?

Dialogar significa conversar, trocar ideias. Falar e ouvir. Ouvir e falar.

Se você está vivendo a experiência matrimonial, pense quando foi a última vez que vocês estabeleceram um diálogo franco e amigo.

Analise se, ao chegarem em casa, cada um tem se isolado em seu mutismo. Se, eventualmente, não tem cada um assistido o seu programa de televisão preferido, a sós.
Ou então se, enquanto um se distrai com a programação da televisão, o outro mergulha na leitura interminável dos jornais.

A ausência de diálogo caracteriza desinteresse pelos problemas do outro e gera a falta de intercâmbio de opiniões.
Antes que as dificuldades abram distâncias e os espinhos do cansaço e do tédio produzam feridas, tomemos providências.

Abramos mutuamente o coração e reorganizemos a vida matrimonial.
Descubramos, mais uma vez, o gosto pelo diálogo. Interessemo-nos pelos problemas e participemos das conquistas individuais.

Restabeleçamos a ponte do diálogo, a fim de que um possa penetrar em profundidade no coração do outro, numa doce descoberta de dons, virtudes, anseios e ideais.

O matrimônio é uma experiência de reequilíbrio das almas no orçamento familiar.

O diálogo aberto e sincero fortifica os laços do afeto, permitindo o amadurecimento das emoções e a correção das sensações.

Enfim, oportuniza que ambos somem esforços, não simplesmente olhando um para o outro, mas olhando ambos para a mesma direção.



Redação do Momento Espírita, com base no texto Amor em silêncio, de autoria ignorada, e no cap. Responsabilidade no matrimônio, do livro S. O. S. Família, por Espíritos diversos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.
USE. Do site: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3659&stat=0.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Em fuga!

 



Nada me aterroriza mais que o sentimento de dependência! 'Eu tenho um medo danado de te perder ' Ora! Eu tenho medo de me perder! 







Sou uma claustrofóbica sentimental – morro de medo de estar/ficar confinada. Entenda que o caso não estar com 1 único ser! A aflição é pela etapa da relação que te acorrenta, te amarra e te despe! Sim por que o papo de : ‘sermos um só’, é metafórico! 

O problema é que você adquire um ‘status’ e junto com ele vem um penduricalho, sabe, um chaveiro que sempre está junto. Então você não pode mais ir ao cinema com uma amiga, ir ao salão de beleza sozinha, academia – só se for no mesmo horário, supermercado – eu levo você! Pensar em ir a um barzinho com amigas então – passivo de pena de morte! O lance das redes sociais merece um post diferente, porque rende...

É dessa parte que eu fujo! É essa minha fobia!

Pergunte porque ele se apaixonou: – você é linda, INDEPENDENTE, inteligente. Ou seja, você é o conjunto de tudo o que fazia antes de se relacionar! Foi e, em tese, deve continuar sendo.

Agora só porque começou um relacionamento você precisa mudar a rotina? Isso nos remete a que século mesmo? Ok, algumas coisas se alteram, é a ordem natural das coisas e seres, mas você continua sendo uma pessoa que necessita dos mesmos cuidados, que trabalha, que estuda, que tem amigos...

Na ânsia de preencher, de completar, de estar ali, se fazer presente, você acaba sufocando o outro. Amofina os sentimentos e torna tudo cansativo. E fazemos isso sem perceber, no início queremos tudo e todo ao mesmo tempo, nos doamos demais, e assim perdemos as rédeas.

Até o dia em que decididamente você ser torna um chato, um estranho, um ser de outro mundo...

E pense que me apaixono, me apaixono sim, amo, amo sim! De preferência caras independentes que aceitam nossas meninices, nossos programas de amigas, nossas noite de introspeção, e estão por perto sem estar do colados. Que te levam flores, agradam e mimam, mesmo ali do outro lado da rua, noutra cidade, noutro extremo, noutro canto mas ‘na sua’. São os mesmos que se cuidam, curtem o futebol do fim de semana, que e se amam, que se aprontam não apenas pra você, se aprontam pra vida! 


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Adão, Eva e a Boate Paraíso

Então Deus entediado, provavelmente se recuperando de uma cirurgia na cabeça, sem internet, porque o técnico do provedor esqueceu de ir arrumar o fio e sem TV a cabo porque ele não assinava mesmo,  depois de criar o mundo, criou o homem. 

O tempo passou e ele percebeu que o homem estava sozinho, sem conseguir fritar um ovo ou aquecer a água para o miojo. 

E aí, pra tornar a vida mais bela, da costela do homem,  enquanto ele dormia, Deus criou a mulher.

Adão, foi o último a saber, desde o princípio... 

Eva estava em casa, quando toca o celular. Era sua amiga, piriguete, a Serpente! Ela ( serpente) tinha entradas vips para uma festa e não queria ir sózinha. 
A balada era em uma famosa boate chamada Paraíso.

Deus criou homem e mulher mas, não determinou o status deles nas redes sociais.
Eva estava em um relacionamento sério mas, Adão não tinha aceitado a marcação e continuava solteiro.

Então Eva, cansada de ser apenas costela se arrumou, toda trabalhada no brilho, e foi pra festa com a Serpente.
Chegando lá... Imagina com quem ela deu de cara? Na porta da boate... Adão!

Cara de surpresa, três beijinhos no rosto, você por aqui? 
Fila andando, seguranças apalpando o povo, escuridão na pista e como num passe de mágica, PUFT, Adão sumiu e Eva entrou no Paraíso. 

No celular, ela só pensava em trocar o status, a Serpente descendo até o chão, boate bombando, Adão dançando com as amigas... 
Depois de uma volta pela pista, chegam ao bar... Uma dose de Pecado Original, sabor maça, por favor! 

“Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago Dançou e gargalhou como se ouvisse música E tropeçou no céu como se fosse um bêbado E flutuou no ar como se fosse um pássaro” 

Acordou, sozinha, com uma baita ressaca, grávida da humanidade, soube pelas redes sociais que tinha sido expulsa, do Paraíso... Com Adão!

Adão??? 

“Tudo azul Adão e eva E o paraíso Tudo azul Sem pecado E sem juízo” 

 É mas, Deus ainda não tinha criado o DNA e até hoje ninguém sabe porque Caim era tão diferente de Abel, ao ponto de tê-lo matado. 

E essa é a verdadeira história do princípio da humanidade. 

Como eu sei de tudo isso?? 

 Uma Serpente compartilhou!!

 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Léo conversa ao léu com Léa, e ela:

- Odeio perder coisas! Por outro lado quero um amor de perdição.


 - Nesses contrastes seus, encontrastes ele?
 - Não! - eu mesma respondo e continuo - quero mesmo é saber, por sinal, o dia em que qual, destes trastes, no varal, vou pendurar um sufixal!
- Su.. o quê? - ele nunca entende nada!
- Fix... you, a música do Coldplay... "consertar você", preciso que alguém me conserte.
- Que ame, ature, amole, adore, acalente. Beije e balbucie palavras doces - ele complementa.
- A me suportar e a ter um porte, ou que como um suporte técnico se comporte, para que os defeitos do meu eletrônico cérebro transforme-se em efeitos especiais, e nas nuvens, alguma vez, me perca...
 - De amor! É de amor que você precisa e não dessas loucuras que vive a falar!
 - E disse Shakespeare: "Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender." SEU FRIO!
 - Insensatez, declarações impensáveis, embriaguez sentimental, visão colorida da realidade, ilusão. Logo, sou a favor de outro William, o Congreve "Se não é amor, é loucura, logo é perdoável" , ou seja, releva-se, te perdoo - risos.
 - Mas um dia amarei, se é que já amo e não sei. E eu amo, amo muito. Por tal é que loucamente vivo nesse mundo, só preciso saber enxergar direito. 
- "A vida mundana é um reflexo insignificante do que se passa no amor", deve ser isso...


- De quem é essa frase? 
 - Proust. 
 - O piloto?
 - Que piloto?
 - Alan... o rival do Ayrton... O SENNA! (pausa questionável) Não?
 - Não! Marcel Proust, escritor, não Alain - é Alain Prost! Aliás, não sabia que você assistia a corridas de Fórmula 1...
 - Não assisto, mas é algo tão automático, quase que nem ao Pelé, até quem não assiste e não gosta de futebol sabe quem é o Pelé!
  
- Está bem, você ainda quer um amor?
 - Ah é, tinha esquecido... quero! Estou à espera de um milagre - se é que milagres existem! E você, não está ou já tem algum?
 - Não, também estou à espera de um milagre, à espera que esse seu raciocínio não devaneie tanto, e que essa sua boca não o acompanhe, para que enfim possa beijá-la...

(entreolhares, aquele silêncio pairando... até que ela interrompe, fala:)

- "A loucura é relativa. Quem pode definir o que é verdadeiramente são ou insano?" acho que Woody Allen tem razão porq... 
... e ele calou seus pensamentos e suas alucinantes palavras com um beijo, antes que falasse qualquer outra coisa e deixasse passar esse tão sonhado momento.
O amor tem dessas coisas...

De mim para Doodoo


Do fim se inicia a vida.
Vamos navegar nesse mar de ilusão.
'nada nos impede, 
tudo já ajuda' -
há distância que vem e vão.

'Flutuando' como tu dissestes agora a pouco,
vamos tirar os pés do chão. 
Rema e aponta para a fé 
que de surpresa está chegando
e ainda não contatou meu coração.

Voz de timbre grave e forte, 
deve ter pegada, pensei.
até o respirar é profundo, 
me aconcheguei,
relaxei,
fui da terra ao céu em um segundo.

Se na quinta comemorava a chegada da sexta,
vamos, hoje, comemorar a chegada do sábado;
e, no sábado, a chegada do domingo,
adiante assim,
chegando e partindo.

Rapidez sincera é agradar 
- se quiser até te carrego,
te livro deste mal que atormenta;
livro nenhum explica o que não te nego,
livro nenhum explica o que não se inventa.

Nem ombro largo aguenta tanto peso
: esvaziei a mochila que nas costas arqueavam.
Guardemos alguns objetos, joguemos fora, 
deixemos de lado -
: nos aguardávamos e por conta te guardo agora.

Deixa o tempo passar e ver o que acontece. 
Vai ver é educação, simpatia, carência;
vai ver é solidão, falta do sentir,
apenas abstinência.

Que dure o pôr do sol ou todas as estações.
Mensagens por telepatia;
por fone de ouvido:
ligações
- conversas todos os dias.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Porque!?




Nunca fui conhecida por ser escandalosa, não! Mas já fiquei zangada, berrei, fiz cena, quebrei copo, joguei celular do 10° andar e mandei ir pra bem longe no meio de um restaurante lotado... Já desci do carro no meio da rua batendo a porta, já desci da moto tbém... Já bati o telefone e deixei que ele tocasse 25 vezes seguidas... 

Todos nós temos já chegamos a algum extremo, já brigamos e perdemos a razão... Seja lá qual tenha sido o motivo. Ou mesmo que o piti tenha sido sem motivo!

Dae que fiquei pensando outro dia quando fui ‘socorrer’ uma pessoa que havia sido vítima (em termos) de uma situação dessas. A criatura resmungava, se defendia...e eu escutava! As vezes eu consigo ficar mais de 5 minutos calada...

Sorriu e disse – Porque vocês não podem ser razoáveis, só por uns minutos? - soluçou duas vezes e suspirou – Ela só precisava me ouvir um pouquinho, ser serena, me tratar de maneira mais branda...

Não resisti – nem foi meu instinto de devassidão – foi uma vontade imensa de amparar aquele coração. De abraçar e fazer um carinho, tentei argumentar que cada um reage a sua maneira.

O fato é que muitas vezes acabamos afastando as pessoas por conta da falta de flexibilidade, por que nosso café é mais amargo que o dos outros, porque nosso tempo é mais precioso. Porque nossos porquês são mais embasados...

E perdemos, gente! Perdemos as pessoas por que não sabemos lidar com elas... Imagine a fragilidade de um coração – mesmo aquele que já está esturricado de tanta decepção – quem agüenta isso? Que sentimento suporta? 


Não se conquista formiga com sal!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tem que ter sorte e coragem pra azarar no jogo do amor.



Bom dia! Não, eu não acordei cedo. São quase 2 da manhã e eu quero ligar praquele boi!? Oi! Oi? Mas eu nem liguei, fiz pior: mandei um sms! Pior? É pior sim, as pessoas acreditam e confiam bem mais na veracidade de um texto escrito do que na fala propriamente dita. O que está acontecendo? "Me tira daqui!", quer dizer, "sai daqui, não tem espaço, eu não posso pensar em você!". É o que o besta do meu cérebro está gritando, dizendo pra ir pro meu coração, pois lá deve haver mais espaço vazio. Eu devo estar ficando doida, maluca, perturbada do juízo - se bem que uma grande parte de mim já condiz com tais adjetivos.

Eu nem sou de me iludir fácil, pelo contrário, se tem uma coisa que tenho enraizado são os pés no chão. O que me ferra é só a cabeça. Essa que, por sua vez, mesmo presa, vive no ar, perto das nuvens. Por favor, preciso que tapeiem minha bela face. (pausa. celular bipando. Uma nova mensagem de texto.)

Uau, isso não deve estar acontecendo, ele respondeu! Que fofo, me desejou uma boa noite, disse que "está ficando mal acostumado". Agora ferrou de vez, não vou conseguir dormir porque ele respondeu, e não é ironia. 

Lembro que era uma quarta, mandei um sms besta qualquer, ele retornou com uma ligação que, pra meu espanto, durou quase 37 minutos - e eu nem sou dessas de ficar com a garganta seca de tanto falar ao celular. Fico pensando que se forem daqueles benditos jogos de azar, que então, possivelmente, futuramente, terei sorte no amor; contudo, se não for, por que diabos ele não cumpriu o trato de apenas termos ficado no "Oi, tudo bem?", de longe, depois que nos esbarrácemos por ai? 
Pra uma semana depois ele ficar dando toques no celular seguido de um sms: "Preciso de você". Dias depois, ligar às 5 horas da manhã, em pleno horário de repouso de minha beleza; vir almoçar na minha casa, no domingo, dia dos pais, e ter a cara de pau de dizer que vai ligar a noite, ligando mesmo e me fazendo ficar confusa! Eu o desprezo, digo que "não dá, não tem como, tenho um aniversário pra ir." Minto pra ele e curiosamente pra mim. 

Naquele momento eu estava quase na frente de um DJ, do DJ, pensando em outro alguém que era o próprio DJ. Era 'esse alguém' que eu gostaria de ter. Às vezes, penso que a cada vez que nos encontramos (eu e 'esse alguém', o DJ) é uma esperança a mais, mas é pura balela, pura ilusão, 'esse alguém' vai casar mesmo! "Então case, meu filho! Case com essa desconhecida Sabeláquem que te chifra de lá de Sabedeusonde." Pensei raivosamente em dizer. Não disse, não digo e nem direi apesar da amizade. Eu só esbanjava serenidade, e ao que via 'esse alguém' me olhando, demonstrava estar agoniada vigiando o celular, como de quem espera uma ligação - eu tenho amor próprio, pelo amor de Deus, e sei causar ciúmes alheios também, ai como eu sou bandida! - ao mesmo tempo que revoltada por não ter aceitado a estar com o 'Cara do Sms', o Rato - apelido carinhoso por mim dado e por ele desconhecido. Ô bicha burra! 

Quer saber, vou é continuar com os sms, pelo menos gosto do lance do jogo de gato e rato.  Eu penso no jogo, penso nele, mando sms, ele responde e tudo fica empatado: não sai do 0x0. Tô ferrada! Quê eu faço? Odeio perder, a não ser que estejamos falando de quilos, esses a mais nenhuma mulher curte. Em compensação, a palavra 'ganhar' é tão com ar de superioridade, soberba. 


Por mim, preferiria estar jogando frescobol, concordando com o mestre Rubem Alves: "O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom é preciso que nenhum dos dois se perca. (...) Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos..."

É isso aí, nada de 'Game over', e sim contar até 3, apertar o 'Play' e depois 'Repeat', quantos forem necessários!